Informação que
previne.
Ambientes mais seguros
para mulheres.

Advogada especialista em Direitos Humanos e prevenção da violência de gênero — atuando junto a empresas e instituições para promover cultura de acolhimento e responsabilidade social.

Danièle Akamine em palestra institucional

Danièle Akamine

Advogada de Direitos Humanos especialista em prevenção da violência contra a mulher — com atuação em políticas públicas, capacitações corporativas e comunicação preventiva.

Integrante da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, atuou como Coordenadora de Políticas para Mulheres na Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, onde liderou capacitações e a organização da 6ª Conferência Municipal de Políticas para Mulheres.

Responsável pela implementação do Protocolo Não Se Cale em grandes eventos e pesquisadora da aplicação do Método Papageno ao enfrentamento da violência de gênero — levando para o ambiente corporativo uma abordagem inovadora, baseada em prevenção e mudança cultural.

Autora de artigo selecionado no seminário dos 20 anos da Lei Maria da Penha, é referência institucional para empresas que desejam construir ambientes mais seguros e responsáveis.

A violência contra a mulher começa
muito antes do feminicídio

Quando a violência de gênero entra pela porta das empresas, ela não chega sozinha. Ela traz consigo produtividade perdida, talentos afastados e riscos institucionais que as organizações ainda não aprenderam a nomear.

Saúde mental comprometida

Mulheres em situação de violência doméstica apresentam níveis significativamente maiores de ansiedade, depressão e burnout, afetando diretamente o desempenho profissional.

Absenteísmo e afastamentos

Situações de violência são responsáveis por faltas, licenças médicas frequentes e baixo engajamento — custos invisíveis que impactam toda a organização.

Riscos reputacionais

Empresas que ignoram a violência de gênero em seu ambiente estão sujeitas a passivos jurídicos, exposição na mídia e perda de credibilidade junto ao mercado e aos talentos.

Exigências da NR-1

A nova NR-1 inclui riscos psicossociais como obrigação de gestão. A violência de gênero é um fator psicossocial crítico que precisa ser identificado, gerido e comunicado.

Retenção de talentos femininos

Ambientes inseguros ou indiferentes à violência de gênero afastam talentos, comprometem a diversidade e dificultam o alcance de metas ESG e de equidade.

Ausência de protocolos

A maioria das empresas não sabe como agir quando uma colaboradora revela situação de violência. A falta de protocolo pode agravar o dano e gerar responsabilização institucional.

Sua empresa está preparada para responder a essa realidade?

Quero estruturar minha empresa

Uma abordagem inovadora
baseada em prevenção

O diferencial de Danièle Akamine não está apenas no conhecimento jurídico — está na capacidade de transformar esse conhecimento em cultura, em linguagem organizacional, em protocolos que funcionam.

Método Papageno aplicado à violência de gênero

O Método Papageno, reconhecido internacionalmente na prevenção do suicídio, está sendo pioneiramente adaptado ao enfrentamento da violência contra a mulher — com validação científica e foco em comunicação responsável.

Comunicação como ferramenta de prevenção

A forma como falamos sobre violência determina o quanto somos capazes de preveni-la. A abordagem une Direito, comunicação e psicologia para construir narrativas que protegem — sem revitimizar.

Construção de protocolos internos de acolhimento

Cada organização tem uma cultura única. Os protocolos são desenhados a partir da realidade de cada empresa — com fluxos claros, linguagem acessível e foco na segurança da mulher.

Formação de lideranças e multiplicadores

Líderes bem formados são a primeira linha de acolhimento. Os programas capacitam gestores, lideranças de RH e times de diversidade para identificar, acolher e encaminhar situações com responsabilidade.

Mudança cultural nas organizações

A prevenção efetiva vai além do treinamento pontual — ela exige transformação de cultura. As soluções são pensadas para gerar impacto duradouro no ambiente organizacional.

Comunicação institucional responsável

Para veículos e equipes de comunicação: formação específica sobre como abordar a violência de gênero com responsabilidade editorial, protegendo vítimas e evitando a glamourização ou trivialização do tema.

Como posso ajudar
a sua organização

Palestras Corporativas

Conteúdo aprofundado, linguagem institucional e abordagem orientada para a transformação cultural — para eventos, semanas temáticas, programas de diversidade e reuniões de liderança.

  • Violência contra a mulher no ambiente corporativo
  • Cultura organizacional e acolhimento
  • Saúde mental e violência de gênero
  • Comunicação responsável sobre violência
  • Liderança e prevenção
  • NR-1 e riscos psicossociais de gênero
Solicitar palestra

Treinamentos e Capacitações

Programas estruturados e personalizados para equipes internas, com foco em identificação, acolhimento e encaminhamento de situações de violência no contexto corporativo.

  • Capacitação de equipes de RH
  • Formação de gestores e lideranças
  • Multiplicadores de prevenção
  • Programas de diversidade e inclusão
  • Adequação à NR-1 (riscos psicossociais)
Solicitar treinamento

Consultoria Institucional

Construção de políticas internas, protocolos de acolhimento e fluxos de comunicação preventiva — adaptados à realidade e ao porte de cada organização.

  • Diagnóstico organizacional
  • Construção de protocolos internos
  • Fluxos de acolhimento
  • Política de prevenção da violência
  • Comunicação preventiva corporativa
Solicitar consultoria

Comunicação e Mídia

Para jornalistas, redações, comunicadores públicos e equipes de comunicação corporativa: formação baseada no Método Papageno para cobertura responsável da violência de gênero.

  • Treinamentos para jornalistas
  • Formação de equipes editoriais
  • Comunicação pública responsável
  • Método Papageno para violência de gênero
  • Comunicação institucional preventiva
Solicitar formação

Por que sua empresa
deve agir agora?

A violência de gênero não para na porta de casa. Ela chega ao trabalho, impacta resultados e coloca em risco o bem mais precioso de qualquer organização: as pessoas que a constroem.

Segurança psicológica

Ambientes que acolhem protegem e retêm talentos. A segurança psicológica é fator de produtividade e engajamento comprovado.

ESG e Responsabilidade Social

Compromisso com a equidade de gênero é pilar do ESG. Empresas que agem de forma proativa constroem reputação e atraem investimento.

Conformidade com a NR-1

A nova NR-1 exige gestão de riscos psicossociais. Agir antes da fiscalização é mais inteligente — e mais seguro para todos.

Cultura organizacional sólida

Organizações que cuidam das pessoas atraem melhores talentos, fortalecem a marca empregadora e constroem lideranças mais conscientes.

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Dúvidas sobre
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Leve para sua empresa ou instituição uma abordagem inovadora sobre prevenção da violência contra a mulher, acolhimento e construção de ambientes mais seguros.

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