Advogada especialista em prevenção da violência de gênero no ambiente corporativo.
Palestras, treinamentos e consultoria institucional para empresas que precisam agir antes do problema virar crise.
Método Papageno Adaptação pioneira ao enfrentamento da violência de gênero do método de comunicação preventiva reconhecido internacionalmente.
Ou escreva para contato@danieleakamine.com.br
Danièle Akamine
Advogada de Direitos Humanos, especialista em prevenção à violência contra mulheres e meninas, com atuação em políticas públicas, capacitações corporativas e comunicação preventiva.
- Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP
- Ex-Coordenadora de Políticas para Mulheres — Secretaria Municipal de DH e Cidadania de SP
- Seminário 20 anos da Lei Maria da Penha — artigo selecionado
- Pesquisadora do Método Papageno aplicado à violência de gênero
- Artigo publicado em livro pela Editora Inovar e pela ABRASD
Como vista em
Quando uma colaboradora está em situação de violência doméstica, sua empresa sabe o que fazer?
1 em cada 3 mulheres brasileiras sofre violência doméstica. Os efeitos chegam ao trabalho em forma de faltas, atestados e queda de produtividade, sua empresa está preparada para lidar com esses casos?
Saúde mental comprometida
Mulheres em situação de violência doméstica apresentam níveis significativamente maiores de ansiedade, depressão e burnout, afetando diretamente o desempenho profissional.
Absenteísmo e afastamentos
Situações de violência são responsáveis por faltas, licenças médicas frequentes e baixo engajamento — custos invisíveis que impactam toda a organização.
Riscos reputacionais
Empresas que ignoram a violência de gênero em seu ambiente estão sujeitas a passivos jurídicos, exposição na mídia e perda de credibilidade junto ao mercado e aos talentos.
Exigências da NR-1
A nova NR-1 inclui riscos psicossociais como obrigação de gestão. A violência de gênero é um fator psicossocial crítico que precisa ser identificado, gerido e comunicado.
Retenção de talentos femininos
Ambientes inseguros ou indiferentes à violência de gênero afastam talentos, comprometem a diversidade e dificultam o alcance de metas ESG e de equidade.
Ausência de protocolos
A maioria das empresas não sabe como agir quando uma colaboradora revela situação de violência. A falta de protocolo pode agravar o dano e gerar responsabilização institucional.
Sua empresa está preparada para responder a essa realidade?
Solicitar consultoria institucionalUma abordagem
baseada em prevenção
O diferencial de Danièle Akamine não está apenas no conhecimento jurídico — está na capacidade de construir, a partir dele, cultura, linguagem organizacional e protocolos que funcionam.
Método Papageno aplicado à violência de gênero
O Método Papageno, reconhecido internacionalmente na prevenção do suicídio, está sendo pioneiramente adaptado ao enfrentamento da violência contra a mulher — com validação científica e foco em comunicação responsável.
Comunicação como ferramenta de prevenção
A forma como falamos sobre violência determina o quanto somos capazes de preveni-la. A abordagem une Direito, comunicação e psicologia para construir narrativas que protegem — sem revitimizar.
Construção de protocolos internos de acolhimento
Cada organização tem uma cultura única. Os protocolos são desenhados a partir da realidade de cada empresa — com fluxos claros, linguagem acessível e foco na segurança da mulher.
Formação de lideranças e multiplicadores
Líderes bem formados são a primeira linha de acolhimento. Os programas capacitam gestores, lideranças de RH e times de diversidade para identificar, acolher e encaminhar situações com responsabilidade.
Mudança cultural nas organizações
A prevenção efetiva vai além do treinamento pontual — ela exige mudança de cultura. As soluções são pensadas para gerar impacto duradouro no ambiente organizacional.
Comunicação institucional responsável
Para veículos e equipes de comunicação: formação específica sobre como abordar a violência de gênero com responsabilidade editorial, protegendo vítimas e evitando a glamourização ou trivialização do tema.
Como atuo
Palestras Corporativas
Para eventos, semanas temáticas e reuniões de liderança.
- Violência contra a mulher no ambiente corporativo
- Cultura organizacional e acolhimento
- Saúde mental e violência de gênero
- Comunicação responsável sobre violência
- Liderança e prevenção
- NR-1 e riscos psicossociais de gênero
Treinamentos e Capacitações
Para equipes de RH, gestores e multiplicadores internos: identificação, acolhimento e encaminhamento de situações de violência.
- Capacitação de equipes de RH
- Formação de gestores e lideranças
- Multiplicadores de prevenção
- Programas de diversidade e inclusão
- Adequação à NR-1 (riscos psicossociais)
Consultoria Institucional
Políticas internas, protocolos de acolhimento e fluxos de comunicação preventiva.
- Diagnóstico organizacional
- Construção de protocolos internos
- Fluxos de acolhimento
- Política de prevenção da violência
- Comunicação preventiva corporativa
Comunicação e Mídia
Formação baseada no Método Papageno para jornalistas, redações e equipes de comunicação corporativa.
- Treinamentos para jornalistas
- Formação de equipes editoriais
- Comunicação pública responsável
- Método Papageno para violência de gênero
- Comunicação institucional preventiva
Cobertura responsável
da violência de gênero
O Método Papageno orienta a cobertura de suicídio com base na evidência de que a narrativa afeta o comportamento do público. Danièle pesquisa sua aplicação ao jornalismo de violência de gênero como reportar sem revitimizar, sem glamourizar e sem emocionalizar.
Critérios editoriais objetivos para reportar sem revitimizar, glamourizar ou emocionalizar o tema.
Não detalhar o método de violência
Descrever cronologias de agressão aumenta o risco de imitação.
Não banalizar ou romantizar a violência
Tratar como "crime de amor" ou ciúme normaliza a agressão e desresponsabiliza o agressor.
Incluir canais de denúncia
Ligue 180, CREAS e DEAMs em toda matéria — padrão editorial, não opcional.
A violência doméstica
não fica na porta de casa.
Retém talentos e aumenta produtividade.
Compromisso real com equidade de gênero atrai investimento.
Gestão de riscos psicossociais é obrigação legal.
Empresas sem protocolo de acolhimento respondem por omissão.
@akaminedani
Conteúdo sobre prevenção, direitos e cultura organizacional.
Perguntas frequentes
O processo começa com uma conversa consultiva — presencial ou por vídeo — para entender o contexto da sua empresa, o perfil do público e os objetivos da iniciativa. A partir daí, é apresentada uma proposta personalizada com formato, duração e conteúdo adequados à sua realidade.
Sim. Todas as palestras e treinamentos são adaptados ao segmento, ao nível hierárquico do público e às especificidades do contexto organizacional. Não existe conteúdo pronto e enlatado — cada proposta é construída a partir das necessidades reais da empresa contratante.
Sim. Os programas são estruturados para contribuir com a gestão de riscos psicossociais exigida pela NR-1, especialmente no que se refere ao gênero como fator de risco. Além da capacitação, é possível apoiar a empresa na construção de políticas e registros documentais que atendam aos requisitos normativos.
Sim. As consultorias, treinamentos e reuniões de diagnóstico podem ser realizados integralmente de forma remota. A estrutura digital não reduz a qualidade nem a profundidade do trabalho — e permite atender empresas em todo o Brasil.
O trabalho com redações, portais e equipes de comunicação se dá por meio de formações específicas baseadas no Método Papageno. O formato pode ser workshop, treinamento contínuo ou consultoria editorial — sempre com foco em desenvolver protocolos de cobertura responsável sobre violência contra a mulher.
A violência psicológica, ameaças, controle e humilhação, é a mais frequente e a menos identificada pelas empresas. Ela raramente aparece como agressão visível; chega como baixo desempenho, faltas e pedidos de afastamento.
A violência financeira pode aparecer como solicitações frequentes de adiantamento. A violência patrimonial pode impedir a colaboradora de comparecer sem documentos ou sem transporte. Nomear esses padrões é o primeiro passo para uma resposta institucional adequada.
Artigos e Conteúdos
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Interseccionalidade e prevenção da violência contra a mulher: adaptar políticas para a diversidade
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Leve a prevenção
para dentro da sua organização.
Palestras, treinamentos e consultoria sobre prevenção da violência contra a mulher, acolhimento e protocolos institucionais.
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